Autor

Camila Sátiro

Jornalista, blogueira, contadora de histórias, apresentadora infantil e mãe.

Esse tal de puerpério

Ontem, conversando com uma pessoa sobre o início da maternidade, depois que o bebê chega nas nossas vidas, parei para pensar no quanto nós, mães de primeira viagem, sabemos pouco sobre esse momento, que não é nada fácil. Então resolvi escrever esse texto, porque acho que todas as mães têm que se informar sobre esse tal de puerpério .

Quando eu estava grávida fiz alguns cursos de gestante. Fiz achando o máximo, pensando que aquelas dicas me seriam fundamentais quando meu bebê nascesse. Eu estava me pre-pa-ran-do. Aprendi a trocar fraldas num boneco – que, obviamente, não se mexe, não chora, não tem vontades -, a amamentar na teoria, quando não há inseguranças, peito rachado, pega incorreta… até sobre higiene bucal dos bebês eu aprendi. Num dos cursos, porém, teve uma coisa que me chamou a atenção e que eu estava curiosíssima pra participar: uma roda de conversa com uma psicóloga, para falar do momento tão delicado que é o pós-parto e  o puerpério.

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Imagem: Internet

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Com quantos meses o bebê pode ir à praia?

Ainda durante a gravidez, eu e João combinamos de passar o Carnaval na praia, bem longe da festa. Isso porque a gente ama Carnaval e não ia dar pra levar Theo com três meses de vida – pelo menos a gente não quis, né?! Há quem leve. Aí pra ficar em casa só acompanhando pela TV era tortura demais! hehehe Então, resolvemos que iríamos para a tranquilidade da Praia dos Carneiros, onde nem o sinal do celular pega direito e a TV era via satélite – ou seja, nada de programação local. Mas me surgiu a dúvida: com quantos meses o bebê pode ir à praia? Fui logo conversar com as pediatras para saber até onde eu poderia ir com ele nessa idade e tomar todos os cuidados para que tudo fosse perfeitinho.

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O que levar para praia com bebê

Se tem uma coisa que eu e João amamos fazer é viajar! Gosto tanto que tenho um blog sobre passeios e viagens, o Passeando. Então claro que sempre nos imaginamos viajando por aí com nosso filhote quando ele estivesse entre nós. E esse momento chegou! êêêê! No Carnaval, auge dos três meses de vida do pequeno, fizemos nossa primeira viagem juntos para a Praia dos Carneiros. A maior diferença em relação às nossas viagens surgiu de cara: a bagagem! Se antes a gente ia com pouca coisa passar um tempo fora, agora a mala é grandona mesmo que para poucos dias. Resolvi compartilhar como foi essa nossa primeira experiência e uma listinha com o que levar para praia com bebê.

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O que levar para praia com bebê

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O que comprar para recém-nascido

Quando se vai visitar um bebê recém-nascido é de praxe levar um presentinho, né?! Os reis magos deixaram o exemplo! hehehehe Nessa hora muita gente fica na dúvida do que dar. Eu mesma já fiquei várias vezes sem saber com o que presentear e acabei nas roupinhas e sapatinhos, por falta de criatividade e informação. Agora que sou mãe, vejo algumas outras possibilidades legais e já não fico tão na dúvida quanto o que comprar para recém-nascido.

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Por que tanta culpa?

Estou começando minha vida como mãe agora, mas uma coisa já deu pra perceber: a culpa é um sentimento constante na maternidade. É incrível como a gente sente culpa por tanta coisa! Claro que algumas mães mais que outras. Mas se é com o primeiro filho, então, aí é que tudo pesa mesmo.

E a culpa pode ser por besteirinhas ou por decisões maiores. Há quem se culpe por ter dado a chupeta, outras porque deram a mamadeira muito cedo. Há ainda as que morrem porque resolveram sair e deixar ele com alguém por uma horinha e outras que acham que estão fazendo a pior coisa do mundo voltando a trabalhar com poucos meses do filho nascido. Fora a culpa por estar cansada, por querer fazer o bebê dormir mais para dormir também, por se incomodar com o choro estridente, por não conseguir amamentar…

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Imagem: internet

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Como Theo chegou ao mundo, parte 2

Tô começando a escrever esse texto sem saber se consigo terminar… mas vamos lá.

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Sempre que eu pensava no nascimento de Theo, me imaginava segurando ele nos braços como nessas fotografias lindas que vejo de partos na água. Como contei lá no relato de parto, isso não seria possível porque precisei de uma analgesia e tive que ir pro bloco cirúrgico. Mas tudo bem, ainda continuei imaginando que ele viria pro meu colo, a gente ficaria sorrindo ali pra ele grudadinho, depois ele ia mamar e dormir no meu peito. Só que ele chegou chegando e provou que as coisas não acontecem só como a gente imagina…

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Relato de parto: como Theo chegou ao mundo

Na madrugada da quarta-feira, 21 de outubro, sonhei que sangrava e me perguntava: “desde quando grávida menstrua?”. Acordei meio atordoada e fui tomar banho. Era dia de consulta com Dr. Renato, meu obstetra. Quando terminei, senti algo quente escorrendo em mim. Estava sangrando! Aquele sangue vermelho vivo me pareceu estranho e logo me botou medo, principalmente depois do sonho que tive.

Acordei João, nervosa, e tratei de ligar para Dr. Renato. Ansiosa que só eu, não ia conseguir esperar até chegar ao consultório. Ele me tranquilizou, com a calma que lhe é peculiar, dizendo que era normal e que o colo do útero deveria estar se abrindo. Terminei de me arrumar, ainda nervosa, e antes de sair de casa, ao ir ao banheiro mais uma vez, me dei conta que o tal “tampão mucoso” estava saindo. Abri aquele sorrisão! Era sinal de que o trabalho de parto poderia estar perto de acontecer.

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A consulta foi ótima. Pressão 9×6, posição de Theo ótima para nascer, batimento cardíaco normal… Me despedi de Dr. Renato com aquela sensação de “até breve”.

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Um Natal cheio de significados

Nesse Natal não teve compra de presentes, não vi a decoração de ruas e shoppings, não fiz a unha nem ouvi Simone cantarolar por aí. Não compramos roupa nova, não fui a confras e festinhas badaladas de fim de ano. Tudo porque, há dois meses, o maior amor possível tomou forma e ocupou cada minuto da minha existência.

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Theo chegou trazendo alegrias, lições, reflexão, fé, união… Aprendi com ele que pequenos milagres podem acontecer o tempo todo e que devemos estar atentos a eles. Aprendi que tudo é possível se a gente acreditar. Senti o quanto é importante o carinho e amor das pessoas e que não somos nada sozinhos. E que, acima de tudo, a minha família está em primeiro lugar. “Ah, mas isso todo mundo sabe!” Eu achei que sabia também, mas ele chegou mostrando que não sabia era nada da vida…

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