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Comportamento

Sobre o primeiro aniversário de um filho

Todo ano é a mesma coisa. Meus pais vêm me dar parabéns com aquele mesmo discurso… “a essa hora, tantos anos atrás, eu estava…” Eu acho graça e penso comigo: “todo ano eles fazem tudo igual”…

Desde ontem, véspera do aniversário de Theo, que penso:

“Eita, há um ano, a essa hora, eu estava sentindo as primeiras contrações”…

“Ano passado, a essa hora, eu estava indo pro hospital”…

“Faz um ano que vi meu gordinho pela primeira vez”.

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É inevitável!

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Viagem com um bebê de seis meses: minha experiência com Theo

Quando a gente resolveu que iria viajar com Theo ele estava com uns dois meses. Aliás, acho que essa decisão já existia desde muito antes de ele ser concebido. Eu e João amamos viajar – tenho até um blog de viagens, o Passeando – e nunca passou pela nossa cabeça deixar de fazer isso por causa da chegada de um filho. Pelo contrário, queríamos muito ter essa experiência de viajar com nosso pimpolho grudado na gente. Então, no início desse ano, compramos as passagens para a nossa primeira trip internacional a três com destino à Colômbia. E agora em maio, embarcamos para essa aventura deliciosa: uma viagem com um bebê de seis meses.

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Curso Zen para gestantes, em Recife

Taí um curso que eu faria linda se ainda estivesse grávida: workshop zen para gestantes. Pois é, nós, enquanto buchinhas, sabemos o quanto podemos, em certos momentos, ficar estressadas, ansiosas, doidinhas (já dizia João na música que fez para mim! hehehehe). Ou seja, um momento zen nunca é demais para que as grávidas possam parar, respirar e, principalmente, se conectar com essa vidinha que está pra chegar e sente tudo o que a mãe está sentindo, não é?!

Pensando nisso, o blog Recife Zen irá promover, no dia 28 de maio (sábado), esse momento chamado De mãe para mãe: diálogos e curas sobre a gestação. A ideia é que as gestantes tenham, em um único momento, acesso a vários terapeutas que estarão ministrando oficinas e palestras para que as participantes aprendam como ter uma gestação mais tranquila, além de se libertarem de padrões limitantes, medos e inseguranças, para uma gravidez mais zen e feliz. O evento será no Espaço Ágape, na Tamarineira.

Crédito: Jess.G
Crédito: Jess.G

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Sobre o tempo e a ansiedade de uma mãe

Eu sou uma pessoa ansiosa. Fico sempre imaginando à frente, sinto frio na barriga por coisas que ainda estão para acontecer, sejam elas boas ou ruins. Com a maternidade não seria diferente…

No primeiro mês de vida, naquela agonia toda que envolve esse período, com tantas dúvidas, hormônios e sentimentos à flor da pele, eu só queria que Theo completasse um mês, pois todo mundo dizia que tudo melhorava depois desse primeiro momento. Ufa, cheguei nesse ponto e realmente as coisas foram ficando mais tranquilas.

Quando ele ainda não sorria, eu lembro de pensar “quero tanto ver ele sorrir pra mim”! E esse momento chegou. Depois ficava imaginando como seria bonitinho quando ele tivesse segurando seus próprios brinquedinhos. Ele passou a segurar. “Quando é que ele vai estar rolando?” De repente, lá estava ele, de um lado e para o outro. “E os dentinhos, quando será que aparecem?” E lá estava aquela pontinha branca saindo e me mostrando porque meu gordinho estava tão irritado um tempo antes. Mas o que eu queria mesmo, desde sempre, era ver ele sentadinho. E agora ele está alcançando mais esse marco.

Hoje de manhã, quando ele acordou, eu estava com a cabeça pesada, de quem não dormiu tudo o que precisava. Ele mamou, brincamos e depois de um tempo ele começou a reclamar com sono. Coloquei no Spotify o CD do Grande Encontro (sim, ele adora!) e logo ele estava cochilando no meu colo. Organizei um cantinho na minha cama, que ainda estava desarrumada, deitei ele e fiquei ali no seu lado, olhando aquela boquinha, o ronquinho que ele tem, a mãozinha aberta, o pezinho gordo, o cabelinho loirinho que está crescendo, a testa arranhada da unha que cresce num piscar de olhos – e que é uma briga para cortar…

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E aí me veio aquele frio na barriga. “Meu Deus, como passa rápido!” Os olhos marejaram e eu queria que o tempo parasse ali, naquela hora, sem ansiedade para saber o que vem pela frente. Sem preocupação para saber quando ele vai dormir a noite toda, fazendo com que eu acorde sem dor de cabeça. Sem pensar no dia em que ele vai verbalizar o que quer e eu não vou ter que ficar “adivinhando” o que cada chorinho quer dizer.

Daqui a pouco, quando isso tudo acontecer, outras coisas vão ficar para trás. Detalhes que eu amo! Já já ele vai estar grande a ponto de eu não poder colocá-lo para dormir no meu colo. Em outro momento não vai mais ter grude comigo no sling para eu carregar para cima e pra baixo quando bem entender. Em pouco tempo, também, o nosso aconchego enquanto ele mama não vai mais existir. Pior: logo, logo ele vai crescer e não vai querer saber nem dos apertos e beijos que eu dou o dia inteiro na bochechinha gorda dele.

Uma hora as noites mal dormidas vão passar, os choros vão diminuir, as costas vão parar de doer… Mas todos esses momentinhos nossos também se vão com o tempo. E virão outros e mais outros e mais outros… E cada um deles é único e especial, não é mesmo?

E eu aqui pensando lá pra frente?

Não, Camila! Para e vive só cada instante lindo desse AGORA.

(mas que eu tô doida para que ele comece a chamar mamãe, ah, isso eu tô! #ansiosa)

Como amamentar o bebê corretamente

Oi, gente! Faz tempo que não escrevo minhas experiências por aqui e estava lembrando de alguns temas que queria ter escrito e que passaram batido. Um deles é como amamentar o bebê corretamente. Já queria falar sobre o assunto porque, quando Theo tinha um mês, fui ao Uniame (unidade de amamentação, que é da Unimed) e lá me deram várias orientações importantes para dar de mamar bem direitinho.

como amamentar o bebe corretamente

Como amamentar o bebê corretamente

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Fazendo Acontecer no Parque da Jaqueira

Gente, venho aqui para escrever sobre um evento lindo que eu e João teremos a honra de participar. Próximo domingo, dia 20, vai rolar o Fazendo Acontecer, lá no Parque da Jaqueira, a partir das 9h, em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down – que é na segunda, 21 de março. Vão acontecer várias apresentações de jovens com a trissomia do cromossomo 21 e nós vamos fazer uma participação contando histórias com o nosso projeto, O Baú da Camilinha.

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O objetivo é conscientizar a população de que os portadores da Síndrome de Down merecem respeito, oportunidades, garantia de seus direitos e inclusão social. As atividades vão acontecer no Econúcleo do Parque da Jaqueira e a nossa apresentação está marcada para as 10h15.

Quem puder ir vai ser ótimo! Estamos bem felizes em levar nossas histórias para esse evento.

Lá vai a programação completa:

9:00 AULA DE ALONGAMENTO – CARLINHOS E ANDRÉ
9:15 AULA DE ZUMBA – PRISCILA
9:30 APRESENTAÇÃO DE FORRÓ – GRUPO DOWN +
9:45 OFICINA DE CIRCO (GRAMADO)
10:15 BAÚ DA CAMILINHA
10:45 APRESENTAÇÃO DE BALÉ – AMANDA
11:00 APRESENTAÇÃO DE FREVO – CAIO
11:15 MARACARTE – INTEGRARTE (GRAMADO)

Esse tal de puerpério

Ontem, conversando com uma pessoa sobre o início da maternidade, depois que o bebê chega nas nossas vidas, parei para pensar no quanto nós, mães de primeira viagem, sabemos pouco sobre esse momento, que não é nada fácil. Então resolvi escrever esse texto, porque acho que todas as mães têm que se informar sobre esse tal de puerpério .

Quando eu estava grávida fiz alguns cursos de gestante. Fiz achando o máximo, pensando que aquelas dicas me seriam fundamentais quando meu bebê nascesse. Eu estava me pre-pa-ran-do. Aprendi a trocar fraldas num boneco – que, obviamente, não se mexe, não chora, não tem vontades -, a amamentar na teoria, quando não há inseguranças, peito rachado, pega incorreta… até sobre higiene bucal dos bebês eu aprendi. Num dos cursos, porém, teve uma coisa que me chamou a atenção e que eu estava curiosíssima pra participar: uma roda de conversa com uma psicóloga, para falar do momento tão delicado que é o pós-parto e  o puerpério.

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Imagem: Internet

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Com quantos meses o bebê pode ir à praia?

Ainda durante a gravidez, eu e João combinamos de passar o Carnaval na praia, bem longe da festa. Isso porque a gente ama Carnaval e não ia dar pra levar Theo com três meses de vida – pelo menos a gente não quis, né?! Há quem leve. Aí pra ficar em casa só acompanhando pela TV era tortura demais! hehehe Então, resolvemos que iríamos para a tranquilidade da Praia dos Carneiros, onde nem o sinal do celular pega direito e a TV era via satélite – ou seja, nada de programação local. Mas me surgiu a dúvida: com quantos meses o bebê pode ir à praia? Fui logo conversar com as pediatras para saber até onde eu poderia ir com ele nessa idade e tomar todos os cuidados para que tudo fosse perfeitinho.

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O que levar para praia com bebê

Se tem uma coisa que eu e João amamos fazer é viajar! Gosto tanto que tenho um blog sobre passeios e viagens, o Passeando. Então claro que sempre nos imaginamos viajando por aí com nosso filhote quando ele estivesse entre nós. E esse momento chegou! êêêê! No Carnaval, auge dos três meses de vida do pequeno, fizemos nossa primeira viagem juntos para a Praia dos Carneiros. A maior diferença em relação às nossas viagens surgiu de cara: a bagagem! Se antes a gente ia com pouca coisa passar um tempo fora, agora a mala é grandona mesmo que para poucos dias. Resolvi compartilhar como foi essa nossa primeira experiência e uma listinha com o que levar para praia com bebê.

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O que levar para praia com bebê

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